O TUBO DE IMAGEM E OS CIRCUITOS DE TRAMA
O tubo ou cinescópio é o principal componente do TV. É dividido em duas partes: A tela frontal é feita de vidro chumbado. Atrás deste vidro tem milhares de pontos de fósforos que acendem quando atingidos com força por um feixe de elétrons. Atrás da tela fica o canhão de elétrons. Dentro do canhão há um filamento que acende e aquece um tubinho chamado catodo que emite os elétrons com o calor gerado. Os elétrons são impulsionados com força até a tela através de uma alta tensão (MAT) aplicada na parte de cima através de uma chupeta com presilhas. O cabo de MAT sai de um transformador de ferrite chamado "fly-back". Para que o feixe de elétrons se movimente rápido pela tela, no pescoço do tubo há um conjunto de bobinas defletoras ou yoke.
A bobina defletora horizontal (BDH) movimenta o feixe 15.750 vezes por segundo da esquerda para a direita na tela (525 linhas x 30 quadros que é o padrão da TV no Brasil). Para isto a BDH recebe uma corrente "dente-de-serra" de 15.750 Hz do circuito horizontal do TV. Este circuito também possui o fly-back para gerar a MAT para o tubo.
A bobina defletora vertical (BDV) movimenta o feixe 60 vezes por segundo de cima para baixo na tela (30 quadros, porém cada quadro é varrido duas vezes). A BDV recebe uma "dente-de-serra" de 60 Hz do circuito vertical. Veja abaixo o princípio básico do tubo do TV:

Veja abaixo uma foto de um tubo de TV com os detalhes já explicados e alguns
que serão explicados posteriormente nesta matéria:

IMPORTANTE - Para que o TV tenha trama (tela acesa) devem estar funcionando:
A fonte de alimentação, o circuito horizontal e vertical, os circuitos que polarizam o tubo e
o CI micro (no caso dos TVs mais modernos)